Conceitualmente, arquivos são mecanismos de abstração que fornecem uma forma de armazenar e recuperar informações. Quando um processo cria um arquivo, é preciso que tal arquivo receba um nome, normalmente dado pelo processo. Quando tal processo termina sua execução, o arquivo continua a existir, podendo ser acessado por outros processos, usando para tanto o nome atribuído ao arquivo. O Linux faz distinção entre letras maiúsculas e minúsculas. O nome de um arquivo pode ou não ter uma extensão ou sufixo. O tamanho da extensão, se houver, fica a critério do usuário. Um arquivo pode ter uma ou mais extensões, exemplo: prog.c.Z.